O deputado federal Sargento Gonçalves (PL) foi o único do Rio Grande do Norte e da região Nordeste a votar contra a Medida Provisória 1313/25, que muda o programa de ajuda para compra de gás pela população de baixa renda.
A bancada potiguar contribuiu com seis votos para a aprovação do projeto: Benes Leocádio (União), Carla Dickson (União), Fernando Mineiro (PT), General Girão (PL), João Maia (PP) e Robinson Faria (PP). Natália Bonavides (PT) não votou.
Enquanto nega gás aos mais pobres, o mandato de Sargento Gonçalves custou mais de R$ 2 milhões aos cofres públicos no ano de 2025.
De acordo com dados públicos da Câmara dos Deputados, Sargento Gonçalves gastou R$ 1.524.057,75 em verba de gabinete e mais R$ 498.384,12 em cota parlamentar, totalizando R$ 2.022.441,87. O deputado gastou mais de R$ 250 mil somente em uma gráfica de Natal, sob a justificativa de divulgação da atividade parlamentar. Recursos suficientes para comprar mais de 2.000 botijões de gás.

A Medida Provisória garante a retirada por ano de quatro botijões de 13 Kg de gás para famílias de duas a três pessoas; e seis ao ano, para aquelas com quatro ou mais pessoas.
Para poder acessar o benefício nessa modalidade, a família deverá ter inscrição atualizada no CadÚnico e receber, por pessoa, renda mensal menor ou igual a meio salário mínimo (R$ 759).
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