O ex-presidente Bolsonaro deu enorme contribuição para a Petrobras deixar o Rio Grande do Norte. Foi no governo dele em que os ativos da estatal foram vendidos. Mas o PT teve sua parcela de culpa para a maior empresa do Brasil, segundo a Forbes, deixar o solo potiguar.

Já no governo Dilma, o Rio Grande do Norte foi colocado de lado na hora de definir os investimentos da Petrobras. A prioridade das prioridades era o pré-sal. Como diz a música, acho que da Luana Prado: primeiro o pré-sal, segundo o pré-sal e terceiro, não era o nosso estado.

Ocorreu até uma reunião histórica na sede da empresa no Rio de janeiro, em 2013, em que Graça Foster, a presidenta a Petrobras, assegurou de pés juntos que ia ampliar os investimentos em terra potiguar.

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Pura enganação para uma planteia – formada por governadora, senadores, deputados, prefeitos e, até vereadores – que estava ansiosa para ser enganada por uma promessa falsa para jogar ao evento que agora sim estava garantida a permanência da Petrobras. E foi o que aconteceu. Foi capa em todos os lugares que a Petrobras era nossa.

Dilma caiu, Temer entrou, Bolsonaro acelerou e agora, em mais um governo do PT, novamente de Lula, a saída da Petrobras do Rio Grande do Norte foi sacramentada.

É como cantava o saudoso Tim Maia: “Bons momentos eu passe, fui feliz ao lado teu”.