Por Daniella Longuinho - Repórter da Rádio Nacional - Brasília

Dez estados brasileiros tiveram abrandamento da seca entre dezembro e janeiro. No Espírito Santo e Maranhão, o fenômeno deixou de ser registrado no último mês, mesma situação do Distrito Federal desde dezembro.

Por outro lado, segundo dados do Monitor de Secas da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, os três estados da região Sul tiveram uma intensificação da seca em janeiro, caso também do Mato Grosso do Sul.

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Já em Alagoas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe, a severidade do fenômeno se manteve estável para o período.

A superintendente adjunta da Operações e Eventos Críticos da ANA, Ana Paula Fioreze, explica que, nos últimos meses, em parte significativa do território brasileiro, choveu acima da média, o que ajudou a recuar o fenômeno da seca nesses estados.

Por região do país, a maior severidade identificada pelo Monitor de Secas em janeiro foi no Sudeste, com 6% de seca excepcional, índice recorde na escala do monitoramento.

O Centro- Oeste teve a segunda maior severidade de janeiro. No Sul, houve agravamento do quadro, em virtude do fenômeno La Niña, mas menor que as duas regiões anteriores. E o Nordeste foi a única região a não ter registro de seca extrema ou excepcional no mês passado.

Ana Paula Fioreze, superintendente da ANA, ressalta os impactos a longo prazo nos estados que estão enfrentando o fenômeno da seca neste que é um período chuvoso.

Até o momento, da Região Norte, apenas o estado do Tocantins teve o monitoramento divulgado. Por lá, diminuíram as áreas sob influência da seca.

*Com produção de Renato Lima.